Tuesday, November 8, 2016

Depressão e ansiedade levam ao fumo, sedentarismo e má alimentação


Números só crescem e a ansiedade está cada vez mais presente.

 Do G1, 08/11/16, em São Paulo
 
A depressão é a doença que mais tira anos saudáveis do brasileiro. E quando falta tranquilidade, sobra ansiedade. Tem ainda a crise econômica, responsável pelo aumento de até 30% no número de infartos nos prontos-socorros. No Bem Estar desta terça-feira (08), o cardiologista Doutor Roberto Kalil explica esta relação.


Saiba mais sobre tratamento de Depressão!

 
O psiquiatra Daniel Barros fala sobre um novo remédio para a depressão, aplicado na veia, que não demora para fazer efeito como os antidepressivos normais.
 
Ciclo vicioso
É impressionante ver como os brasileiros estão sofrendo cada vez mais com a ansiedade, um transtorno que afeta nosso coração, a começar pelos hábitos.
Para cada fardo, mais fatores de risco estão relacionados às doenças cardiovasculares: pessoas com depressão e ansiedade tendem a ter hábitos piores, como o tabagismo, a má alimentação e o sedentarismo.
Os números da depressão
O Brasil possui uma estimativa de 4,5 milhões de pessoas diagnosticadas com algum tipo de câncer, mas os diagnósticos de transtornos mentais, como a ansiedade e a depressão, entre outros, já somam 10 milhões de casos. O problema afeta a vida de muita gente e de quem está ao redor também.
Infartos
Já o número de infartos no Hospital do Coração, em SP, subiu 30% em um ano. Segundo o coordenador médico do pronto socorro, Dr. Edgard Ferreira, o público mais atingido é o dos homens, na faixa dos 40 a 60 anos. Na maioria dos casos foram relatados casos de estresse por perda do emprego ou insegurança no trabalho.
Vejam a reportagem completa exibida no programa Bem Estar do G1!

Anestésico pode ser nova arma contra a depressão

A cetamina é usado como anestésico há mais de 50 anos e foram notados efeitos anti-depressivos. A cetamina só é receitada para pacientes que estejam em picos de crise depressiva ou não respondam bem aos tratamentos convencionais.

Vejam a reportagem completa no programa Bem Estar – G1

Saiba mais sobre Tratamento de Depressão!

Friday, November 4, 2016

Depressão, Estimulação Magnética Profunda e ECT




Depressão, Estimulação Magnética Profunda e ECT

Dr. Moacyr é palestrante no Simpósio Dor, Depressão e Reabilitação. O tema da palestra é Neuromodulação em Transtornos Psiquiátricos – Depressão, Estimulação Magnética Profunda e Eletroconvulsoterapia.

05 de Novembro de 2016, Grand Mercure, Brasília.
A depressão atinge mais de 350 milhões de pessoas no mundo, o que corresponde a 5% da população global, segundo a Organização Mundial de Saúde  (OMS). No Brasil, 10% da população sofre com o problema.

Saiba mais sobre o tratamento de Depressão!
Saiba mais sobre Estimulação Magnética Profunda!
Saiba mais sobre ECT!

Cartaz_A4_Programacao_Simposio_DDR-01As medicações, principalmente combinadas à psicoterapia, constituem o tratamento mais utilizado na atualidade para depressão. Para casos que não melhoram com as medicações, ou para aqueles que apresentam intolerância aos efeitos colaterais dos remédios, pode-se tentar a Neuroestimulação tais como a Estimulação Magnética Profunda e a Eletroconvulsoterapia (ECT).
Estimulação Magnética Profunda é uma técnica que surgiu a partir da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr), tratamento já consagrado para a depressão. No caso, o tratamento com EMTr gera ondas magnéticas, semelhantes aos utilizados nos aparelhos de ressonância magnética.
No tratamento com a Estimulação Magnética Profunda a principal mudança está na bobina em forma de capacete, que atinge regiões cerebrais mais profundas, com o objetivo de aumentar sua eficácia.

A ECT é um tratamento extremamente eficaz e seguro, indicado para alguns tipos de depressão, que promove disparos rítmicos cerebrais autolimitados. Com isso, ocorre um equilíbrio nos neurotransmissores como a serotonina, dopamina, noradrenalina e glutamato, responsáveis por propagar os impulsos nervosos do cérebro e manter o bem-estar.

Tuesday, November 1, 2016

“Magnetismo curou minha depressão”

“Devo à Estimulação Magnética Transcraniana mais do que eu jamais poderia pagar.”

“Em menos de 6 meses de tratamento com EMT, eu pude me recompor após sofrer de depressão, ansiedade e tristeza por mais de 20 anos. A EMT estimula meu cérebro da melhor maneira possível – eu me sinto uma mulher mais confiante, mais forte, com melhora da autoestima”, diz Pagano.
“Magnetismo curou minha depressão”


No mês de agosto, Michele Pagano sorriu pela primeira vez depois de muitos meses sem sorrir.

“Eu estava assistindo um filme, e cai na gargalhada”, diz ela.
Esta simples gargalhada foi um grande acontecimento para Pagano, de 35 anos, que trabalha como gerente e mora em Greenwich, Conn., EUA. Ela já não se lembrava quando tinha sido a última vez que se sentira feliz.

“Eu fiquei tão emocionada em voltar a sorrir”, diz Pagano, que sofre de depressão há 20 anos. Para ela, era um sinal de que a estimulação magnética transcraniana, ou EMT – um tratamento psiquiátrico pouco conhecido – estava funcionando, após inúmeras tentativas com outros tratamentos.

A EMT foi aprovado pela FDA (Food and Drug Administration) em 2008 e, desde então, vem ganhando popularidade. ”Ela estimula a região do cérebro que controla a alegria. Quando está inativa, pode causar a depressão,” diz Dr. Tarique Perera, que trabalha com EMT em sua clínica em Greenwich, segundo The Post.

“Apenas 30% dos pacientes melhoram na primeira tentativa de tratamento com antidepressivo, e cerca de 50 a 60% dos pacientes não melhoram”, diz Perera. “A EMT pode chegar a cerca de 50% de melhora nos casos onde a medicação falhou. Já nos casos onde a EMT é associada aos medicamentos, a melhora pode chegar a 75%.”

A bobina da EMT é posicionada na cabeça do paciente, quando acionada ela dispara ondas magnéticas que, por sua vez, estimulam diretamente o cérebro, durante meia hora. Alguns pacientes sentem um leve desconforto local e dor de cabeça temporária, logo após o tratamento.

magnets2a“Eu descrevo a EMT como uma espécie de pica-pau tentando entrar em uma casa de vinil”, explica Pagano. “Pode ser um pouco dolorido, mas eu tenho enxaqueca e não tive dor de cabeça”.

O tratamento normalmente dura de quatro a seis semanas, sendo cinco sessões por semana, mas Pagano recebeu tratamento por quatro meses e ainda vê melhorias. Ela irá continuar a fazer EMT pelo tempo que for necessário. Muitos pacientes fazem o tratamento de manutenção de tempos em tempos, principalmente durante os seis meses subsequentes ao tratamento, diz Perera.

Nos EUA, os seguros de saúde podem cobrir o tratamento se você já tomou medicação, mas não melhorou. Na clínicas particulares, cada sessão custa em media US $ 400.

No seu longo histórico de depressão, Pagano tentou uma infinidade de tratamentos, sem obter sucesso. Segundo ela, a EMT estimulou seu cérebro que esteve dormente durante anos. “A EMT estimula meu cérebro da melhor maneira possível – eu me sinto uma mulher mais confiante, mais forte, com melhora da autoestima”, diz ela. “Eu tenho meus dias bons e meus dias ruins assim como uma pessoa” normal “teria, mas estou muito feliz em dizer que há definitivamente mais dias bons do que ruins.”

Ainda assim, alguns pesquisadores alegam que é preciso ter cautela em relação à eficácia do tratamento, uma vez que, é difícil comparar o tratamento placebo com o método tradicional na psiquiatria. Mas Pagano diz que melhorou o suficiente para acreditar na EMT.

“Em menos de 6 meses de tratamento com EMT, eu pude me recompor após sofrer de depressão, ansiedade e tristeza por mais de 20 anos”, diz Pagano. “Devo à EMT mais do que eu jamais poderia pagar.”