Wednesday, July 22, 2015

Cinco passos para identificar sinais de distúrbios psíquicos

A proposta não é substituir o trabalho de profissionais, mas facilitar o encaminhamento a serviços especializados!

Situações preocupantes que envolvem pessoas com doenças mentais acontecem todos os dias em diversos lugares. Estimativas da Agência de Serviços em Abuso de Substâncias e Saúde Mental (SAMHSA), nos Estados Unidos, revelam que aproximadamente 20% dos adultos apresentam transtornos mentais em algum grau.
Não há fórmula mágica para evitar a angústia ou a violência que podem surgir com o sofrimento psíquico intenso. Alguns pesquisadores, porém, acreditam que uma recente estratégia pode ajudar a amenizar o problema. Um programa chamado Primeiros Socorros em Saúde Mental (MHFA, na sigla em inglês) treina cidadãos comuns para reconhecer os primeiros sintomas de distúrbios emocionais ou os sinais de uma crise para encaminhar a pessoa com dificuldade à assistência adequada.

De acordo com o projeto, uma intervenção eficaz dos próprios cidadãos não exige compaixão ou bom ânimo, mas sim um conjunto de competências que enfatizam a capacidade de ouvir ativamente, garantir segurança e informação útil e avaliar quando alguém se tornou perigosamente instável.
A proposta não é substituir o trabalho de profissionais, mas facilitar o encaminhamento a serviços especializados. O MHFA oferece um método simples e rápido para identificar sinais de distúrbios psíquicos e ajudar a pessoa em sofrimento.





Leia o texto completo “Primeiros socorros em saúde mental”, da edição de julho de Mente e Cérebro, disponível na Loja Segmento: http://bit.ly/1epW4DO

Monday, July 13, 2015

A nova receita para combater a depressão: 90 minutos na natureza


Cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, demonstram que caminhar em ambientes naturais diminui a atividade neuronal na área do cérebro relacionada a doenças mentais


Quer se livrar da depressão? Caminhe na natureza. De acordo com pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, 90 minutos andando entre árvores e arbustos diminui o nível de pensamentos negativos e reduz a atividade nas áreas cerebrais relacionadas a doenças mentais. O estudo, publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), na última semana, sugere que parques naturais próximos aos grandes centros são essenciais para manter a saúde mental dos seres humanos.
"Nossas descobertas são importantes porque demonstram o impacto da natureza na regulação das emoções - o que pode explicar de que forma ela nos faz sentir melhor", diz o cientista Gregory Bratman, um dos autores do estudo.

Humor urbano - Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores partiram de estimativas de saúde globais, como as que mostram que pessoas que vivem nas cidades grandes têm risco 20% maior de desenvolver ansiedade e 40% maior de ter transtornos de humor. Para aqueles que nascem em ambientes urbanos e jamais saem das cidades, a probabilidade de desenvolver esquizofrenia é duas vezes maior. Os cientistas decidiram, então, verificar se a exposição à natureza estaria ligada a essas estatísticas.
No estudo, dois grupos de participantes caminharam por 90 minutos. Um deles em uma área repleta de carvalhos e arbustos e o outro, ao longo de uma rodovia com tráfego intenso. Antes e depois da caminhada, os pesquisadores mediram a atividade cerebral, os batimentos cardíacos e velocidade da respiração dos participantes.
Ao fim das caminhadas, os cientistas encontraram poucas diferenças nas condições psicológicas dos caminhantes. No entanto, as mudanças cerebrais foram marcantes. Naqueles que caminharam no ambiente natural, a atividade neuronal na região do cérebro relacionada aos pensamentos negativos repetitivos diminuiu consideravelmente. Essa área é fortemente relacionada a doenças mentais, como depressão, e a altos níveis de angústia e ansiedade.
Estudos anteriores conduzidos por Bratman mostraram que passar um tempo na natureza tem impacto positivo no humor, diminui a ansiedade e melhora atividades cognitivas, como a memória. Essa foi a primeira vez, contudo, que os cientistas conseguiram quantificar o impacto da natureza na mente humana.

Confira a matéria no portal da Veja!

O que (quase) ninguém diz sobre meditação

A técnica traz significativos benefícios para o corpo e para a mente: reforça a imunidade física, melhora a resistência à dor, favorece a concentração e o aprendizado, além de ser uma importante aliada no combate à ansiedade e à depressão

 
julho de 2015
Gláucia Leal
 
SHUTTERSTOCK

É tão bom, que até parece mentira: rezam os vários estudos e as comprovações obtidas por meio de exames de neuroimagem que, ao longo do tempo, a meditação traz significativos benefícios para o corpo e para a mente: reforça a imunidade física, melhora a resistência à dor, favorece a concentração e a capacidade de aprendizagem, além de ser uma importante aliada no combate à ansiedade e à depressão. Recentemente, foi descoberto que a prática age diretamente sobre as células, fazendo com que permaneçam jovens por mais tempo. Só isso já é bom o suficiente, mas tem mais: algumas técnicas são especialmente eficientes para nos tornar menos estressados e sujeitos aos estímulos externos indesejáveis que com frequência afetam o equilíbrio psíquico. Além disso, a meditação transforma tanto a anatomia quanto a dinâmica do cérebro, ajudando a desenvolver qualidades como empatia, compaixão e bondade – ainda que sem nenhuma conotação religiosa, apenas com intuito de desfrutar bem-estar interior (até porque, cá entre nós, seria uma dádiva não sofrer tanto com emoções como raiva, ciúme, inveja, apego etc., independentemente das situações em que nos encontrássemos...).
Enfim, dito assim, a meditação parece ser uma dessas maravilhas que, de tão boas, causam algum estranhamento. Ora, se a prática milenar não tem contraindicação e faz tanto bem, por que um número muito maior de pessoas não tira proveito dela? Afinal, não custa nada, não requer aprendizado intensivo nem grandes habilidades específicas... Mistério? Não. A resposta é bem simples até. Não importa o grau de sofisticação de uma técnica ou ferramenta, para que funcione é preciso que seja usada. Sabe a história do bolo de chocolate? De nada adianta ter os ingredientes, a receita e saber o procedimento se não colocamos mãos à obra e o preparamos.
Meditar é assim: simples, barato, transformador e não depende de ninguém além da própria pessoa. Porém, é preciso treino e regularidade. E ao contrário do que pode parecer à primeira vista, aquietar-se por 15 ou 20 minutos e prestar atenção na própria respiração não é exatamente fácil. Primeiro, é necessário ter a intenção honesta de fazer algo positivo por si mesmo e empenhar-se para isso com disciplina, investindo energia psíquica nesse propósito diariamente. E fazer isso, mesmo sabendo de antemão que, principalmente no início, os pensamentos vão voar. O exercício, aliás, é justamente esse, trazer a mente de volta, centrar-se de novo na respiração, e de novo e de novo, sem julgamentos. A possibilidade de, ao reabrir os olhos, enxergar o mundo de forma diferente (como se a paz interna transbordasse ao redor) é imensa. Mas não é magia. Cuidar de si mesmo é trabalhoso, requer determinação, paciência e tempo (ainda que sejam só poucos minutos por dia).
Boa leitura.

Este artigo foi publicado originalmente na edição de julho de Mente e Cérebro, que pode ser adquirida na Loja Segmento: http://bit.ly/1epW4DO

Friday, July 3, 2015

IPAN – Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação

O IPAN – Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação – é pioneiro no estudo e nas pesquisas sobre Neuromodulação, incluindo Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr), Eletroconvulsoterapia (ECT), entre outras técnicas, bem como a utilização do Neuronavegador.
Aqui todos os processos de avaliação e aplicação de Neuroestimulação são feitos por um médico psiquiatra, o que proporciona segurança, conforto e tranquilidade aos nossos pacientes. Já atendemos mais de duas mil pessoas, ajudando-as a recuperarem sua qualidade de vida e retomarem suas atividades.

O IPAN iniciou suas atividades em 1993 e é dirigido pelo médico psiquiatra Dr. Moacyr Alexandro Rosa e pela Dra. Marina Odebrecht Rosa, além do atendimento clínico, o IPAN também é um centro de pesquisas avançadas sobre os tratamentos, realizando estudos e buscando informações sobre novos procedimentos e tecnologias dentro e fora do país.

O Instituto reúne um corpo clínico altamente qualificado, com formação nas principais Universidades do mundo como USP, UNIFESP, Santa Casa de São Paulo, Duke, Columbia e Harvard. O objetivo do IPAN é cuidar de cada um de seus pacientes com os mais modernos e avançados tratamentos para Depressão, Esquizofrenia, Transtornos Psicóticos, Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), Transtorno do Estress Pós-traumático (TEPT), Distimia, Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Síndrome do Pânico, Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC), Insônia, Dependência Química, Transtornos Alimentares e outras doenças psiquiátricas, proporcionando aos pacientes um atendimento personalizado e humanitário em um ambiente em que encontrem todo apoio necessário.

Assista abaixo nosso vídeo institucional:

Desde o início de suas atividades, o IPAN oferece tratamento com ECT e EMTr, métodos que também são temas de intensas pesquisas do Instituto. O IPAN também é um dos primeiros a pesquisar no Brasil novos tratamentos como a Estimulação Magnética Transcraniana Profunda (EMTp), Estimulação Magnética Transcraniana com Teta Burst (EMT Teta Burst), Estimulação Elétrica Transcraniana (EET), Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) e a Magnetoconvulsoterapia.

Visito o site IPAN AQUI!

Wednesday, July 1, 2015

IPAN - Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação

Veja uma sessão de estimulação magnética transcraniana  - EMT do IPAN

(11) 50830342