Wednesday, September 24, 2014

Fundamentos da Eletroconvulsoterapia

Fundamentos da Eletroconvulsoterapia 
Dr. Moacyr e Dra. Marina, diretores do IPAN, Lançam o Livro "Fundamentos da Eletroconvulsoterapia", editora Artmed


Com abordagem clara e didática, Fundamentos da eletroconvulsoterapia apresenta desde a história até os aspectos técnicos desse tratamento, incluindo a anestesia e as diferentes indicações e riscos, bem como abordando seus efeitos na qualidade de vida dos pacientes.
Voltado principalmente para psiquiatras e neurologistas, este livro, desenvolvido por reconhecidas autoridades na área, com anos de prática e pesquisa, pode auxiliar tanto o especialista que realiza o tratamento como os estudantes e residentes interessados nesta técnica.
Comentário do presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva:
Os autores conseguiram, com a participação de um valoroso grupo de colaboradores, editar uma obra organizada, didática, esclarecedora, técnica e prática. Dividido em 10 capítulos, o livro conta com uma equipe de especialistas com anos de pesquisa e prática, e aborda desde as bases históricas até os benefícios na qualidade de vida do paciente após a ECT, passando pelos fundamentos técnicos, pelas indicações e contraindicações. Esta obra é, hoje, sem dúvida alguma, a mais atualizada sobre o tema editada em língua portuguesa e vem preencher um importantíssimo espaço, até hoje vazio, em nossa literatura médica.


















Monday, September 1, 2014

Uma nova era no tratamento da depressão

Tecnologia Israelense aprovada pela ANVISA inaugura nova era nos tratamentos de várias doenças de origem no SNC e no cérebro.


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A Brainsway Ltd., uma empresa israelense do setor de saúde especializada em inovações de soluções tecnológicas para tratamentos de doenças de origem no Sistema Nervoso Central (SNC) e cérebro, junto com a sua parceira Brasileira Meizler UCB Biopharma, recebeu aprovação da ANVISA (D.O.U. 07/07/2014) para oferecer nova tecnologia utilizando a Estimulação Magnética Transcraniana Profunda (EMTp) para tratamento de seis (6) indicações inicialmente: Depressão, Depressão Bipolar 1 e 2, Esquizofrenia, Transtorno do Estresse Pós-traumático (TEPT), Mal de Parkinson e Dor Crônica.

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Até o próximo ano as empresas pretendem ampliar o registro junto a ANVISA para tratamento de vícios de drogas, fumo (tabagismo) e obesidade. A tecnologia já possuía aprovação FDA desde 2013.

A Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr) estimula áreas específicas do cérebro, gerando mudanças controladas de ativação ou inibição nos neurônios de acordo com o objetivo especifico de cada tratamento. No Brasil, esta técnica é aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para tratamento da depressão.

A principal inovação da tecnologia Brainsway, protegida por patentes, é o alcance mais profundo das regiões cerebrais, chegando até 8cm, aumentando a eficácia do tratamento.



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Além de resultados mais eficazes, o Brainsway dTMS possui uma série de benefícios quando comparado ao tratamento pelo uso de remédios ou à terapia eletroconvulsiva (TEC), tais como:


  • Não Sistêmico;

  • Não Invasivo;

  • Não Cirúrgico:

  • Curta duração do tratamento (20 minutos por sessão e duas a três semanas para resultados);


No Brasil, o parceiro da Brainsway é a empresa Meizler UCB Biopharma S.A., uma empresa farmacêutica Brasileira fundada há 25 anos pelo Sr. Avi Meizler, que atualmente atua como Chairman e Desenvolvimento de Novos Negócios. Em Junho de 2012, a empresa multinacional Belga UCB tornou-se sócia majoritária da empresa.



Friday, August 22, 2014

Novo tratamento para a depressão mostra resultados imediatos


Novo tratamento para a depressão mostra resultados imediatos
Melhora substancial do humor é observada logo após o tratamento com estimulação magnética de baixo campo.

Indivíduos com transtorno depressivo ou transtorno bipolar que receberam estimulação magnética de baixo campo (do inglês low-field magnetic stimulation, LFMS) mostraram uma melhora substancial e imediata do humor, segundo relato dos pesquisadores do Hospital McLean, Biological Psychiatry, 01 de agosto.

"LFMS é diferente de qualquer tratamento atual. Ela usa fração da força de campos magnéticos, mas com uma frequência maior do que os campos eletromagnéticos utilizados na estimulação magnética transcraniana (EMT) e eletroconvulsoterapia (ECT), explicou o pesquisador e professor de Harvard Medical School e Imaging Center do McLean Hospital.

De acordo com Rohan, apesar de outros tratamentos de estimulação cerebral como ECT e EMT serem eficazes para o tratamento da depressão, podem levar mais tempo para obter melhora, e além disso, a ECT está associada a efeitos colaterais, tais como a perda de memória.

Da mesma forma, os antidepressivos são eficazes no tratamento da depressão, mas levam de quatro a seis semanas para causar alterações no humor.

"É importante ressaltar que a LFMS parece ter um efeito imediato no humor e, portanto, proporciona alívio em situações de emergência", explicou Rohan, em seu primeiro relato sobre o uso da LFMS para tratar a depressão, em 2004. "Além da LFMS proporcionar alívio rápido dos sintomas, apresenta a vantagem de não apresentar efeitos colaterais "

Um dispositivo portátil de LFMS foi projetado em uma maca por Rohan. Os pesquisadores estudaram 63 voluntários com idades entre 18 e 65 anos. Todos os participantes haviam sido diagnosticados com transtorno depressivo ou transtorno bipolar e estavam em uso de antidepressivos ou estabilizadores do humor por, pelo menos, seis semanas. Dos participantes do estudo, 34 receberam LFMS ativa, enquanto os outros 29 passaram pelo processo, mas não receberam a estimulação cerebral. Nem os pacientes, nem os pesquisadores sabiam quais participantes tinham recebido o tratamento ativo, desta forma o verdadeiro efeito da LFMS pode ser medido.

Cada participante foi avaliado antes e depois de cada tratamento com duas escalas de auto-avaliação: a escala visual analógica e a escala de afeto positivo e negativo. Os participantes que receberam o tratamento ativo da LFMS apresentaram uma melhora acentuada do humor, enquanto aqueles que não foram estimulados não apresentaram mudança alguma do humor.

"Observamos uma melhora imediata do humor logo após a sessão de LFMS", disse Rohan. "Embora sejam necessários mais estudos, podemos considerar a LFMS como uma ferramenta de ação rápida para o tratamento da depressão, por si só ou em combinação com medicamentos."

Biological Psychiatry também publicou comentários de especialistas em estimulação cerebral que acham o trabalho de Rohan com LFMS inovador e promissor.

"Se os resultados descritos neste estudo forem replicadas em outros estudos e os efeitos se mostrarem duradouros, a LFMS seria uma opção bem-vinda ao arsenal terapêutico da depressão. Esta técnica também pode ser útil em outras doenças psiquiátricas e neurológicas, nos informando e guiando para o futuro da neuromodulação", Mouhsin Shafi, Philip Stern, e Alvaro Pascual-Leone.

De acordo com Rohan, outras pesquisas já estão em andamento para encontrar os melhores parâmetros do uso da LFMS no tratamento da depressão. Ele também iniciou uma pesquisa para avaliar outros aspectos e medir o tempo que o efeito antidepressivo dura após o término do tratamento.

Confira a matéria completa, Harvard Gazette, 28 de Julho de 2014:

Friday, August 15, 2014

Tristeza não é depressão


Tristeza não é depressão
Identificar os sintomas logo no início garante um tratamento mais eficaz

Chamado o Mal do século, A Depressão atinge cada vez mais pessoas de todas as idades: Crianças, jovens, adultos e idosos. Só no Brasil, afeta mais de 36 milhões de pessoas. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), em 2020, a depressão será tão comum quanto a dor nas costas. Apesar disso, muitos pacientes nem se dão conta de que possuem a doença, que muitas vezes é confundida com tristeza.

“A tristeza profunda não é caracterizada por uma doença e pode ocorrer motivada por algum acontecimento, como por exemplo, a morte de uma pessoa querida. O que difere da depressão é tempo de duração e a intensidade, que são menores”, afirma a psicóloga Regiane Machado.


O que acontece no Organismo
Quando o quadro se instala, se não for tratado corretamente, a depressão pode levar meses para desaparecer. “A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bio-químicos envolvidos na condução dos estímulos através dos neurônios, que possuem prolongamentos que não se tocam. Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse, absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e corrente elétricas”, diz o médico psiquiatra Leonard Verea. Dessa forma, são essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, chamado neurotransmissores, que vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos.

E, na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.


O Mal do Século
“A pessoa deprimida ou com predisposição, ás vezes com uma chateação corriqueira, pode ser nocauteada e cair num abismo sem fim ou então, ser mais resistente, mas numa crise “brava” também vai para o abismo. Por que é assim mesmo que se sente um deprimido”, afirma Leonard. O depressivo torna-se uma pessoa sem perspectiva de vida, sem amor próprio, pessimista, desanimada que não vê graça em nada a não ser no seu isolamento e luto em vida.

Segundo o profissional, esse desânimo não é falta de atitude e sim de um mal funcionamento cerebral. “Embora muitas pessoas acham que depressão é frescura, ela é uma doença, um desiquilíbrio bioquímico dos neurotransmissores”, conclui. E há diversos fatores que causam as síndromes depressivas. Podem ser fatores biológicos, genéticos ou neuroquímicos.

Do ponto de vista patológico, as síndromes depressivas têm uma relação fundamental com as experiências da perda. As reações surgem com muita frequência após perdas significativas: de uma pessoa muito querida, de um emprego, de um local de moradia, do status sócio-econômico ou de algo puramente simbólico, como também frustrações, decepções no trabalho e estresse.

As síndromes depressivas são, atualmente, reconhecidas como um problema prioritário de saúde pública, sendo considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde.

Artigo da Revista Vença a Depressão! Ano 3, N. 4 - 2014

Monday, July 7, 2014

"Vença a Depressão!"

A Revista "Vença a Depressão!" da 26 dicas pra prevenir a depressão.


A Revista "Vença a Depressão!" da 26 dicas pra prevenir a depressão.
Confira abaixo cada uma delas:

1- Alimentação saudável e moderada.
Diz o ditado que "somos o que comemos", portanto, é fundamental ter uma alimentação equilibrada que dê ao organismo todos os nutrientes de que ele necessita para funcionar adequadamente.

2- Beber bastante água.
"A desidratação provoca cansaço e fadiga, o que pode colaborar para o estado depressivo", afirma a psicóloga Olga Tessari.

3- Respire!
A oxigenação é fundamental para o bom funcionamento do corpo e da mente. Faça pequenas paradas no seu dia a dia para respirar profundamente, espreguiçar-se e bocejar.

4- Sono reparador:
a falta de sono ou má qualidade afeta o humor e colabora para o surgimento da depressão. Por isso, é importante dormir o tempo suficiente e em horários regulares."Evite atividades estimulantes,como esportes, discussões e televisão 1 hora antes de dormir. Dê preferência ás ações tranquilizantes, como ouvir uma música suave e relaxar o corpo" indica.

5- Tire uma pausa do trabalho:
ele é fonte de saúde mental desde que administrado emocionalmente da forma correta. Mas a mente também precisa de suas pausas para seu bom funcionamento. Ausentar-se do trabalho em férias ou mesmo conseguir desligar-se dele é pré condição para uma boa qualidade de vida.

6- Tome sol:
exposição á luz solar do inicio da manhã ou final da tarde por 20 minutos é um anti-estresse natural. Além disso, promove elevação de melatonina, substância responsável pelo ciclo do sono e pelo bom humor.

7- Evite álcool e drogas:
As substâncias contidas nas drogas e álcool, se ingeridas regularmente, afetam os componentes químicos do cérebro, colaborando para o surgimento da depressão.

8- Procure ter mais contato com a natureza:
isso promove relaxamento. Visite praças, paisagens com montanhas, rios, mar e lagoa, por exemplo. Tome um banho de mar ou vá á piscina, pois a água é um fator contra o estresse e tem efeito relaxante. Ambientes fechados e atividades contínuas dentro de casa como ver televisão, computador, videogames e sons altos são estressantes e viciam.

9- Banho quente á noite:
Isso provoca vasodilatação, ajudando a relaxar e facilitando a conciliação do sono.

10- Mantenha uma rotina diária, alternando atividades obrigatórias e necessárias do dia a dia com pequenas ações prazerosas como olhar as nuvens, conversar com uma pessoa querida e ouvir uma música que aprecia. Essa rotina equilibrada colabora para o bem- estar.

11- Não se sobrecarregue.
Não faça mais do que você pode fazer e delegue tarefas. Dessa forma, você evita o estresse e a falta de tempo para realizar atividades prazerosas.

12- Vida social e familiar.
É importante estar e interagir com as pessoas que se importam com você. "Saia regularmente com um grupo de amigos e visite parentes queridos, pois isso colabora para aliviar tensões", diz Olga.

13- Sorria!
É cientificamente comprovado que o riso combate os sintomas do estresse e eleva a produção de substâncias no organismo que melhoram o humor e o estado de espírito.

14- Não se culpe!
Lembre-se de que sua intenção sempre é positiva, que você sempre quer acertar e que os erros fazem parte da vida. Procure aprender com eles para poder acertar da próxima vez.

15- Manter relações sexuais regularmente:
a prática do sexo melhora o sistema imunológico. Também ajuda a reduzir o estresse, diminui a ansiedade, aumenta o relaxamento e ajuda a dormir.

16- Evite ambientes artificiais
com ar condicionado, carpetes e luz artificial, pois permanecer nesses ambientes por muito tempo provoca desgaste físico, dor de cabeça e problemas psicológicos, como irritação e estresse.

17- Defina metas:
estabelecer pequenas metas diariamente ou semanalmente, anotando tudo que tiver alcançado é importante, pois a organização evita a depressão.

18- Invista em lazer aos finais de semana:
sair da rotina do dia a dia de casa, trabalho e do estudo são formas de resgatar a tranquilidade e a paz de espírito, além de combater o estresse.

19- Mantenha ou crie hobbies.
Quando você está envolvido com seu hobbie, você se esquece de tudo e deixar de pensar nas preocupações do dia a dia. Isso colabora para relaxar e aliviar o estresse. "Muitas pessoas relatam que seu hobby é uma terapia", conta a profissional.

20- Valorize suas conquistas
Ao invés de só valorizar os seus erros.

21- Agradeça!
Ser grato é uma forma de perceber o quanto as pessoas a sua volta o auxiliam e o ajudam. Procure retribuir essa ajuda, o que colabora para que você perceba que não está só e que há pessoas que se importam com você. Como somos seres sociais, é importante se sentir querido.

22- Construa sua autoconfiança:
a falta de autoestima contribui para o surgimento da depressão. Trabalhar a autoestima e autoconfiança ajudará você a sentir-se melhor e mais disposto. E, se não conseguir fazer isso sozinho, procure um psicólogo!

23- Não engula Sapos!
"Na medida do possível, não guarde rancor ou mágoas: procure conversar, desabafar e, principalmente, dialogar com quem provoca seus ressentimentos. Essa é a melhor forma de evitar a depressão!", aconselha a psicóloga Olga.

24- Aprenda a lidar com as perdas:
elas fazem partes da vida e devemos lidar com elas de forma positiva. Todos têm direito de se revoltar e não aceitar a perda de alguém ou algo importante. Mas é fundamental buscar superar essas perdas para não se deprimir.

25- Tente pautar a sua vida em atividades prazerosas
na maior parte do tempo. Trabalhar com aquilo que gosta, morar numa casa que seja agradável e aconchegante, estudar o que gosta e ter ao seu lado pessoas queridas. "nem sempre é possível mantermos atividades prazerosas o tempo todo, mas, se pudermos aliar o prazer com a obrigação das atividades do dia a dia, certamente evitaremos a depressão", diz.

26- Atividades físicas aeróbicas regulares,
quando realizadas por pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, aumentam a produção de substâncias no organismo que dão a sensação de bem-estar e disposição.


Confira a matéria completa na Revista Vença a Depressão! Ano 3, N.4 - 20

Monday, April 14, 2014

Respire Fundo!

Karine César. Confira o exemplar nas bancas, Revista Corpo a Corpo, edição de abril/14

Respire Fundo!

Você sabia que o estresse pode alterar desde o seu sono até o ciclo menstrual?


Neste infográfico da Revista Corpo a Corpo, edição de abril/14, o Dr. Moacyr Alexandro Rosa explica as mudanças que podem ocorrer em seu organismo durante o estresse.


 


O CORPO FALA!


O estresse libera algumas substâncias (adrenalina, noradrenalina e cortisol) que mexem com o organismo. Quando o quadro se estende por algum tempo podem surgir sintomas e doenças relacionados a fadiga. Moacyr Alexandro Rosa, diretor do Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação (SP), mostra como identificá-los.




Insônia


O Cortisol em concentrações adequadas ajuda a regular o ciclo circadiano (relógio biológico).
- O Que fazer durma sempre no mesmo horário, evite bebidas estimulantes á noite, como o café, e procure relaxar, evitando pensar nos problemas quando for deitar.




Gordura localizada na Barriga


O aumento de apetite é quase que instantâneo em situações de “ perigo”. A vontade por alimentos gordurosos e calóricos aumenta muito.
O que Fazer siga uma dieta saudável e controlada e evite a todo custo comer fora dos horários previstos para as refeições.




Gripes


A imunidade diminui e o corpo perde capacidade de regular a resposta ás agressões.
- O que fazer consuma muitas frutas cítrica, descanse o máximo possível e pratique exercícios com regularidade.




Queda de Cabelo


Estudos recentes indicam que o cortisol reduz a proliferação celular na raiz dos fios, ou seja, eles crescem menos e mais lentamente.
- O que fazer consultar um dermatologista é o primeiro passo. Mas você pode aumentar sua quantidade de ferro, Ômega-3 e vitamina B12 ingerindo brócolis e salmão. Por exemplo.




Síndrome do Intestino irritável


Acredita-se que o estresse pode agravá-lo. O cólon é conectado ao cérebro por nervos, que ficam ativos em momentos de tensão, fazendo que o órgão se contraia mais.
- O que fazer aposte em uma alimentação rica em fibras. Isso vai estimular os movimentos peristálticos, ajudando na digestão.




Alterações na Menstruação


O hormônio do estresse age na testosterona e influencia no ciclo menstrual.
- O Que fazer tente ficar mais calma possível para reduzir as alterações. Vale também conversar com seu médico que pode indicar um anticoncepcional para reequilibrar o organismo.


Nenhum remédio é livre de efeitos colaterais; veja mitos e verdade

Confira abaixo a entrevista do Dr. Moacyr, sobre automedicação, 7/04/14 do Portal UOL 


Nenhum remédio é livre de efeitos colaterais; veja mitos e verdade


Rosana Faria de Freitas
Do UOL, em São Paulo

07/04/201407h07








 


Conheça alguns mitos e verdades sobre os remédios15 fotos


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Remédios para emagrecer estão entre os que mais atraem consumidores. VERDADE: a obesidade já se tornou uma epidemia mundial e preocupa os órgãos de saúde pública, sendo considerada uma doença multifatorial. O aumento da oferta de alimentos processados, o estresse e o sedentarismo estão entre outros fatores causadores. "Em geral, as mulheres são consumidoras em potencial de medicamentos para emagrecer, nunca estão satisfeitas com o corpo e desejam sempre perder um ou dois quilos. No Brasil, sendo um país tropical, onde existe uma exposição maior do corpo, estar em forma é uma questão de aceitação social", observa a farmacêutica Fernanda Chalabi. "O país é um dos países onde o consumo de moderadores de apetite bate recordes", destaca o neurologista Flávio Sallem. Existem três principais grupos de remédios para emagrecer: anorexígenos, sacietógenos e inibidores de absorção de gorduras. Os anorexígenos inibem o apetite e têm em sua composição substâncias conhecidas como anfetaminas (que podem ser perigosas). O segundo grupo age no estímulo da sensação de saciedade: o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito. O terceiro atua na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida, entretanto só ajuda se a pessoa come pouco (se come muito, os 30% que deixam de ser absorvidos podem não ser suficientes para a perda de peso) Leia maisGetty Images/Arte UOL

 









Não são poucas as pessoas que se tornam adeptas habituais de remédios ditos 'inofensivos', em busca de respostas rápidas para problemas corriqueiros de saúde. E correm riscos, pois a automedicação, na maioria das vezes, é perigosa. Embora alguns remédios apresentem, de fato, poucos riscos, e sua compra é facilitada por estarem 'do lado de fora' do balcão da farmácia, é preciso cautela.

"Tal conjunto de fatores acaba predispondo ao uso até mesmo abusivo de algumas drogas. Todavia, como nenhuma é de fato isenta de ameaças, eventualmente acontecem adversidades", salienta o cirurgião geral Lucas Zambon, diretor do Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente. Ele explica que, como esse tipo de acontecimento fica "diluído" entre o grande número de pessoas que tomam tais remédios, há uma falsa sensação de segurança.

Com ele concorda o neurologista da USP (Universidade de São Paulo), Flávio Augusto Sekeff Sallem, alegando que fármacos são drogas que agem em vários sistemas do corpo. "Remédios não são produtos", enfatiza.

No Brasil, de acordo com a IMS Health, consultoria especializada em dados de saúde, o item mais comercializado em 2012 foi o descongestionante nasal Neosoro (cloridrato de nafazolina), que contém até página em redes sociais como o Facebook ("Clube dos viciados em Neosoro").

Embora não esteja associado a nenhuma enfermidade grave como o câncer, o descongestionante pode aumentar a carga sobre o coração. Por isso, deve ser utilizado com precaução em pacientes que usam determinados medicamentos ou que apresentam deficiências cardíacas – hipertensão, arritmias, disfunções no coração. Não é livre de riscos e não deve ser empregado por períodos prolongados sem orientação médica.

Os dez mais

Depois do Neosoro vem Puran T4 (hormônio tireioidiano levotiroxina sódica), Salonpas (analgésico e anti-inflamatório salicilato de metila), Ciclo 21 (anticoncepcional, genérico etinilestradiol + levonorgestrel), Microvlar (anticoncepcional, etinilestradiol + levonorgestrel), Buscopan Composto (analgésico e antiespasmódico, escopolamina), Rivotril (anticonvulsivante e ansiolítico, clonazepam), Dorflex (analgésico, cipirona ou orfenadrina), Glifage (antidiabético metformina) e Hipoglós (pomada para assaduras).

Sallem ainda cita outros bastante usados como Neosaldina (combinação de mucato de isometepteno, dipirona e cafeína, utilizada no alívio das dores de cabeça), Cialis (disfunção erétil, tadalafila,) Dipirona sódica (analgésico e eficaz na febre) e Metoclopramida (náuseas e vômitos).

Dados 'internacionais'

Em relação ao consumo mundial, em uma lista de janeiro de 2012, Neosoro (descongestionante nasal) aparece encabeçando a lista como o remédio mais vendido no planeta. Porém, atualmente, há quem diga que outro, desta vez empregado para redução dos níveis de colesterol, é o campeão: Lipitor, fabricado pela farmacêutica norte-americana Pfizer. Seu princípio ativo é a atorvastatina.

Importante: há diferença na lista de medicações mais consumidas sem receita médica, e as com prescrição médica, explica Sallem.  "Em vários países do mundo, como nos Estados Unidos e no Canadá, há necessidade da receita para drogas tão comuns como a atorvastina, já que a legislação é mais severa".

Há também variações entre as nações pesquisadas. De acordo com o site The Richest, as mais comercializadas sem receita, as chamadas OTC, ou over-the-counter (medicações de balcão, em tradução livre) nos EUA são: xarope para gripe (princípio dextrometorfan), descongestionante nasal (hidrocloreto de pseudoefedrina), antialérgico (cetirizina), Nicorette (usado como substituto do cigarro para se parar com o vício), ibuprofeno + relaxante muscular, dimenidrato (para vertigem e tontura), TruBiotics (suplemento probiótico restaurador da flora intestinal bacteriana), vitaminas (suplemento nutricional masculino), codeína (para dor) e comprimidos de cafeína (para pacientes com sonolência excessiva durante o dia)
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Soluções a curto prazo

Sobre o ansiolítico Rivotril, Sallem sustenta que se trata realmente de uma das medicações mais consumidas no Brasil, mas não se encontra nas listas das mais usadas no mundo. "Sua fama se deve, entre outros fatores, à propaganda feita sobre o produto, ao conhecimento médico a respeito do mesmo e aos seus efeitos. É usado no tratamento da ansiedade e da insônia, situações comuns entre nosso povo. Seus principais concorrentes são o Lexotan (bromazepam), Frontal (alprazolam) e Olcadil (cloxazolam)".

Já a obesidade se tornou uma epidemia mundial e preocupa os órgãos de saúde pública, sendo considerada uma doença multifatorial. O aumento da oferta de alimentos processados, o estresse e o sedentarismo estão entre outros fatores causadores do problema. 

"Em geral, as mulheres são consumidoras em potencial de medicamentos para emagrecer, nunca estão satisfeitas com o corpo e desejam sempre perder um ou dois quilos. No Brasil, sendo um país tropical onde existe uma exposição maior do corpo, estar em forma é uma questão de aceitação social", observa a farmacêutica bioquímica Fernanda Chalabi, com título de especialista em Manipulação Alopática pela Anfarmag (Associação Nacional das Farmácia de Manipulação) e farmacêutica Coordenadora Técnica de Marketing da Farmácia de Manipulação Officilab.

"O Brasil é um dos países onde o consumo de moderadores de apetite bate recordes", destaca Sallem. Ele lembra que existem três principais grupos de remédios para emagrecer: anorexígenos, sacietógenos e inibidores de absorção de gorduras. Os anorexígenos inibem o apetite, e têm em sua composição substâncias conhecidas como anfetaminas (que podem ser perigosas). O segundo grupo age no estímulo da sensação de saciedade: o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito.

Já o terceiro atua na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida, entretanto só ajuda se a pessoa come pouco (se come muito, os 30% que deixam de ser absorvidos podem não ser suficientes para a perda de peso).

"Trata-se de mais uma consequência do estilo de vida atual e de uma sociedade que quer soluções milagrosas e de curto prazo", destaca o clínico geral Lucas Zambon, do Hospital das Clínicas de São Paulo (HCSP). "Para controlar a ansiedade e perder peso, por exemplo, o ideal é você mudar seu estilo de vida, adequando sua alimentação e realizando atividade física periódica. O problema é que a maioria ou não quer ou não consegue impor tais alterações em seu cotidiano, optando por uma alternativa que ofereça, supostamente, um resultado mais rápido. Aí, quando querem perder peso, correm para alguma medicação 'facilitadora'".

Em relação aos 'emagrecedores' de uma maneira geral, há risco de gerarem efeitos colaterais cardíacos, como arritmias, além de predisposição ao desenvolvimento de quadros depressivos ou de psicose, entre outros. "O Xenical é bastante procurado para uso ainda, pois até pouco tempo podia ser comprado sem receita. Recentemente, porém, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) obrigou a necessidade de receita para compra. As vantagens do Xenical são mais do ponto de vista médico, dado o perfil de efeitos colaterais menos graves do que de outros medicamentos utilizados para emagrecer. Seus sinais se referem mais ao próprio trato digestivo, como diarreia, flatulência e dores abdominais", diz Zambon.


Dependência química

Quando há dependência química, o medicamento começa a fazer parte do metabolismo do indivíduo. "Geralmente, são remédios ou drogas ilícitas que conferem sensação de prazer e bem-estar agindo no Sistema Nervoso Central, mas com grandes danos ao organismo. A retirada de uma droga desse tipo promove sintomas característicos de abstinência e deve ser tratado como doença", enfatiza Fernanda Chalabi.

Para o neurologista Flávio Sallem, algumas medicações podem se relacionar com algum grau de dependência química, como os opiáceos e opioides (morfina, dolantina e meperidina). Já outras, como antidepressivos, antipsicóticos e esteroides, trazem o perigo de sintomas muitas vezes graves com sua parada abrupta, o que não caracteriza dependência química.

"Não deve ser confundida a dependência com o fenômeno de tolerância, observado com os benzodiazepínicos (famosos 'faixas preta'). Neste caso, com o passar do tempo e uso do fármaco, o paciente vai necessitando de doses cada vez maiores para conseguir o mesmo efeito que antes ocorria com porções menores da medicação. Isso ocorre por alterações químicas na membrana da célula", afirma Sallem.

Existem dois tipos principais de dependência química: a que se refere a drogas lícitas e a relacionada a drogas ilícitas. "Apesar de ser um aspecto importante, a diferença não é apenas de cunho legal. No caso das drogas lícitas, o efeito entorpecente existe em graus variados, mas tende a ser menor do que o das drogas ilícitas. Como exemplo, dificilmente alguém comete um crime devido ao uso de ansiolíticos (medicações que podem causar dependência com uso prolongado)", salienta o psiquiatra e professor da Unifesp Moacyr Alexandro Rosa, diretor do Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação (Ipan).

Já o uso de cocaína e similares mais facilmente se incorpora a comportamentos inadequados ou criminosos. "Novamente chamo a atenção de que não é uma questão de legalidade. O álcool (substância lícita) também se associa a atitudes perigosas", diz Rosa, acrescentando que a automedicação com substâncias que causam dependência é mais rara, pois a compra destas requer receita médica especial. Isso não impede, mas limita bastante o problema.


Problemas emocionais

O indivíduo liga a sensação de conforto ao seu uso e, por isso, deixá-lo provoca quadros de ansiedade, sensação de vazio, dificuldade de concentração e mal-estar. "É a dependência psicológica agindo, sem dúvida", diz a bioquímica Fernanda Chalabi. O nível educacional parece ter influência significativa, porém há outros gatilhos.

"Muitas pessoas com nível elevado têm o hábito da automedicação. Achar que a pessoa que atende na farmácia sabe diagnosticar e orientar é um erro gravíssimo. Muitas vezes nem é farmacêutico e, mesmo este, apesar de seu conhecimento em farmacologia, não tem formação médica", alerta Rosa.

Importante: existe um quadro psiquiátrico clássico chamado de hipocondria, no qual as pessoas acreditam ter uma doença grave. "Nestes casos, pode haver automedicação ou não. Muitas vezes, procuram diversos médicos, pois nenhum consegue 'descobrir' sua doença", afirma Rosa.

Fernanda Chalabi completa dizendo que, num país carente como o nosso, com saúde pública deficiente e planos de saúde caros e sem padrão de atendimento, o estado psicológico é muito importante. "É como se as condições do paciente melhorassem só porque ele está 'tomando alguma coisa'. É o chamado efeito placebo, ou seja, mesmo que o fármaco não seja indicado corretamente ou na dose certa, o simples fato de estar ingerindo já produz um efeito positivo".




BLOG

Data
Título
14/04/2014

Você sabe por que nos identificamos com as tramas das novelas e suas intrigas?

É a teoria do espelho, no qual certas áreas do cérebro são ativadas quando vemos uma outra pessoa ou no caso um personagem passando por situações semelhantes à nossa. Essa questão é explicada pelo psiquiatra e diretor do IPAN, Dr. Moacyr Alexandro Rosa.

Link completo: https://www.youtube.com/watch?v=VLs-coqDuEI&feature=youtu.be

(a participação do Doutor está entre 17 mins até os 19mins)


Tuesday, March 11, 2014

Dependência de calmantes

Dr. Moacyr é entrevistado no programa Hoje em Dia, da rede Record

Dependência de calmantes
11/03/2014

Dependência de calmantes

 

Dificuldades para dormir. Certamente você deve conhecer pessoas que têm este problema ou até mesmo você necessita de remédios para ter uma boa noite de sono. Três em cada dez brasileiros tomam calmantes. Seu uso aumentou 42% nos últimos cinco anos. Até que ponto o uso de calmantes é necessário? Quando é um risco e um vício? Há medidas naturais para dormir adequadamente?

O Dr. Moacyr Alexandro Rosa esclarece essas e outras dúvidas no Programa Hoje em Dia, da rede recorde, exibido em 11/03/14.

 

 Veja a entrevista completa:

http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/videos/saiba-o-que-fazer-para-se-livrar-do-vicio-de-dormir-a-base-de-calmantes/idmedia/531f18220cf23071721adfd4.html

Friday, March 7, 2014

Dr. Moacyr é entrevistado no programa Todo Seu, Ronnie Von


Dr. Moacyr é entrevistado no programa Todo Seu, Ronnie Von 
Esquizofrenia: diagnóstico, tratamentos e prognóstico da doença.

Nesta quinta (13/02), o Dr. Moacyr A. Rosa, diretor do IPAN, foi o convidado do quadro ‘Consulta Médica’ do programa Todo Seu, apresentado por Ronnie Von, na TV Gazeta.

O tema discutido foi esquizofrenia e o Dr Moacyr tirou dúvidas, falou sobre diagnóstico, tratamentos e prognóstico da doença. Segundo estudos da OMS (Organização Mundial de Saúde), esse transtorno atinge cerca de 1% da população mundial. A esquizofrenia acomete pessoas de quaisquer idade, gênero, raça ou classe social. Não há uma causa definitiva, apesar de serem conhecidos muitos aspectos bioquímicos do cérebro que passa por esse transtorno. O fator genético é considerado importante, mas a doença também pode se manifestar em famílias que não tem histórico.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - DSM-IV), a esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico grave caracterizado por dois ou mais sintomas tais como: alucinações auditivas, visuais, ou sinestésicas, delírios, paranóia, desorganização da fala (incompreensível), catatonia e/ou sintomas depressivos. Estes sintomas devem estar presentes por, pelo menos, quatro semanas para que possam indicar a presença da esquizofrenia.

Durante a conversa, Dr. Moacyr explicou que é asustador o que acontece na mente de quem tem esquizofrenia, a pessoa pode achar que está sendo perseguida, ou que outras pessoas podem ler seus pensamentos. Também é típica a alucinação auditiva, caracterizada por ouvir vozes, a sensação para o paciente é de que há alguém de fora falando com ele ou sobre ele, mas ao olhar não há ninguém no local e isso é bastante perturbador. 

O diagnóstico da doença é clínico, ou seja é realizado pela história do paciente, bem como a presença de sinais e sintomas. Não há um exame que faça o diagnóstico da esquizofrenia. Por isso a consulta a um psiquiatra é essencial para que paciente e familiares possam ser orientados em como lidar com o transtorno, com controle é possível, para a maior parte dos pacientes, ter uma vida muito próxima ao normal. O tratamento central é a medicação, sem medicação é muito difícil lidar com essa doença. Outros aspectos também são importantes, como a abordagem do paciente e familia para que entendam o que está acontecendo e saibam identificar os sintomas.

Um terço dos pacientes reage bem ao tratamento e consegue trabalhar e ter uma rotina normal. Outro terço apresenta sequelas e precisa de um acompanhamento mais intenso, mas, ainda assim, pode ser reinserido na sociedade. Apenas um terço dos casos precisa de internação, afirma o médico, que acrescenta: “O comportamento violento não é característico da esquizofrenia, o crime relacionado a doença é exceção. Um paciente com esquizofrenia está tão sujeito a ser violento quanto uma pessoa saudável”.

Outro método também está sendo utilizado para auxiliar no tratamento da esquizofrenia. Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou o uso da Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva (EMTr) para o tratamento das alucinações auditivas da esquizofrenia. Esta técnica utiliza pulsos magnéticos para inibir áreas específicas do cérebro e restabelecer o funcionamento.

Quando a esquizofrenia é devidamente tratada novos surtos são prevenidos e, caso surjam, vem com intensidade muito menor.

Para o psiquiatra e professor da Unifesp, medo, vergonha e culpa são os sentimentos mais frequentes da família ao descobrir o diagnóstico, esses são aspectos que precisam ser trabalhados, ningúem tem culpa do surgimento da doença. Durante o quadro, o apresentador Ronnie Von afirmou que já teve transtorno da ansiedade e realizou seu tratamento com medicamentos, obtendo muito sucesso.

Confira a participação completa do Dr. Moacyr no Todo Seu no link: 
http://www.youtube.com/watch?v=Qw8Ynj7xqT0

Thursday, January 9, 2014

CURSOS DO IPAN

CURSO DE ELETROCONVULSOTERAPIA

São Paulo, 31/01/14 e 01/02/14

Locais:

Clínica Lipomed (Demonstração prática de ECT)
Av Indianópolis, 595 - Moema
Auditório da Neurosoft (aulas teóricas)
Rua Vergueiro, 1855 - Sala 34 - Vila Mariana

Público-alvo

Médicos

Carga horária e Vagas:

20 vagas

Inscrições e investimento

R$ 850,00. Inscrições pelo fone(11) 5083-0342 ou email: ipan@ipan.med.br

Sobre o curso

Coordenador: Prof. Dr. Moacyr Alexandro Rosa
Mestre e doutor em psiquiatria pela USP. Pós-doutorado na Universidade de Colúmbia-Nova YorK. Fundador e Diretor do IPAN (Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação). Professor Afiliado da UNIFESP
Trabalha com eletroconvulsoterapia desde 1992. Foi médico assistente por 12 anos do Instituto de Psiquiatria da USP, no serviço de Tratamento Biológico – ECT. Criou e coordenou o setor de eletroconvulsoterapia do CAISM (Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental) da Santa Casa de São Paulo. É membro do corpo editorial do “The Journal of ECT”, periódico americano especializado em publicações sobre ECT. Tem vários artigos científicos, livros e capítulos de livros publicados a respeito do tema.

Objetivos

O curso de eletroconvulsoterapia tem por finalidade oferecer um conteúdo teórico-prático fundamental para a realização deste procedimento. É orientado principalmente para médicos psiquiatras, mas médicos de outras especialidades poderão assistir ao curso. Está organizado de forma a oferecer desde conceitos básicos (como indicações e histórico) até conhecimentos mais avançados (como técnica e manejo dos aparelhos). Um período de prática também é oferecido. A prática consiste na observação de sessões com pacientes submetidos ao procedimento e no treino do manejo dos aparelhos, uso do EEG e titulação de carga, entre outros.

Programação

Dia 31/01/14 (sexta-feira)
8:00h Prática: Observação de atendimentos de pacientes submetidos à ECT no IPAN
10:00h Aulas Teóricas 1 e 2

12:00h Almoço

13:00h Aula 3

14:45h Intervalo

15:00h Aula Prática: Titulação do limiar convulsígeno, manejo dos aparelhos, avaliação de padrões de EEG
Dia 01/02/14 (sábado)
8:00h: Aulas 4 e 5
9:45h: Intervalo
10:00h; Aulas 6 a 8
12:00h Discussão final e encerramento 
Conteúdo:
1) Introdução: Desenvolvimento histórico.
2) Bases físicas: fundamentos dos estímulos, efeitos fisiológicos e sua monitorização
3) Técnica e manipulação dos aparelhos
4) Indicações
5) Anestesia em ECT
6) Populações especiais (gestantes, idosos, crianças e adolescentes, doenças neurológicas)
7) Comorbidades clínicas
8) Efeitos na memoria e outros efeitos adversos

BIBLIOGRAFIA: 

1) Abrams, R. Electroconvulsive Therapy, 4th Ed., Oxford University Press, New York, NY, 2002.
2) The Practice of Electroconvulsive Therapy: Recommendations for Treatment, Training and Privileging, 2nd Ed., American Psychiatric Association, Washington, DC, 2001.
3) Scott, AIF. The ECT Handbook: The third report of the Royal College of Psychiatrists’ Special Commettee on ECT, 2 Ed., Royal College of Psychiatrists, 2005.
4) Mankad, M. V., J. L. Beyer, et al. (2010). Clinical Manual of Electroconvulsive Therapy, American Psychiatric Publishing, Inc.; 1 edition

Apoio:

NEUROSOFT Equipamentos Médicos