Wednesday, February 22, 2017

Ansiedade e seus distúrbios





A ansiedade e seus principais sintomas

A ansiedade é uma característica natural do ser humano, que antecede momentos em que o cérebro entende como situações de perigo real ou imaginário. No entanto, dependendo do grau e da frequência, esse fenômeno pode se tornar patológico e resultar em transtornos de ansiedade, que se caracterizam por preocupações e medos exagerados, sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer, cuidado excessivo com a saúde, dinheiro, família ou trabalho, falta de controle sobre pensamentos, entre outros sintomas.

Os sintomas físicos da ansiedade são facilmente identificados. O aumento dos batimentos cardíacos é um dos primeiros sintomas, podendo ser acompanhado de dores no peito, falta de ar e palpitação. Além disso, transpiração fria e intensa, principalmente nos pés e mãos, frio no estômago, tensão muscular, tremores e náusea são alguns dos sintomas mais comuns. Por vezes, a sensação da ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, a pessoa deixa de fazer coisas simples, como usar um elevador, por exemplo.

Como já foi dito, situações que envolvem perigo real ou imaginário são as que mais desencadeiam a ansiedade. É como um alerta do corpo para que ele se defenda diante de uma possível ameaça. Por outro lado, algumas situações clínicas também podem gerar ansiedade. Alguns exemplos, são: uso de cafeína, substâncias estimulantes em geral, como as anfetaminas, e abstinência de álcool. É muito importante, diante de sintomas recorrentes, procurar a ajuda de um psiquiatra para identificar as causas e proceder ao tratamento.

Tipos de Ansiedade e seus Tratamentos

O IPAN é especializado em tratamentos dos transtornos de ansiedade, como: Transtorno de Ansiedade Generalizada – caracterizado por excesso de preocupação e angústia que geram sofrimento pessoal intenso; Síndrome do Pânico – compreende crises súbitas e intensas de desespero e medo de que algo ruim aconteça, mesmo sem uma causa aparente; Fobia Social – medo e fuga de situações sociais; Fobias Simples – medo extremo de objetos e situações específicas (elevador, altura, lugar fechado, etc.); Transtorno do Estresse Pós-traumático – lembranças recorrentes de algum trauma (assalto, sequestro, guerra, etc), e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) – caracterizado por pensamentos repetitivos e obsessivos que acabam por criar rituais (compulsões), numa tentativa de alívio dos problemas.

Se você ainda tem dúvidas sobre a possibilidade de estar sofrendo de ansiedade, o ideal é agendar uma consulta para avaliação e, caso necessário, começar o tratamento para o controle do transtorno o quanto antes.

Agende uma consulta no IPAN!

Friday, February 10, 2017

Depressão é tema de campanha da OMS para Dia Mundial da Saúde de 2017


Depressão é tema para Dia Mundial da Saúde de 2017


size_810_16_9_vincent_willem_van_goghPara o Dia Mundial da Saúde de 2017, lembrado em 7 de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu início a uma campanha sobre depressão, transtorno que pode afetar pessoas de qualquer idade em qualquer etapa da vida.

Com o lema “Let’s talk” (“Vamos conversar”, em português), a iniciativa reforça que existem formas de prevenir a depressão e também de tratá-la, considerando que ela pode levar a graves consequências.

Saiba mais sobre Depressão!

Conversar abertamente sobre depressão é o primeiro passo para entender melhor o assunto e reduzir o estigma associado a ele. Assim, cada vez mais pessoas poderão procurar ajuda.

Principais fatos – A depressão é um transtorno mental frequente. Globalmente, estima-se que 350 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com esse transtorno.

Depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. Mais mulheres são afetadas pela depressão que homens. Existem vários tratamentos eficazes para a doença.

A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma séria condição de saúde.Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio.

Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Embora existam tratamentos eficazes conhecidos para depressão, menos da metade dos afetados no mundo (em muitos países, menos de 10%) recebe tais tratamentos. Os obstáculos ao tratamento eficaz incluem a falta de recursos, a falta de profissionais treinados e o estigma social associado aos transtornos mentais.

Outra barreira ao atendimento eficaz é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada.

A carga da depressão e de outras condições de saúde mental está em ascensão no mundo. Uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde aprovada em maio de 2013 exigiu uma resposta abrangente e coordenada aos transtornos mentais em nível nacional.

Portal do Conselho Federal de Medicina – CFM
Fonte: ONU

Tuesday, February 7, 2017

Curso Avançado de Estimulação Magnética Transcraniana



curso_emt_avancado_10-03-2017


Data: Dias 10 e 11 de março de 2017
Técnicas chamadas superficial e profunda da Estimulação Magnética

Objetivo

O objetivo deste curso é a preparação do médico para o uso clínico da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva “superficial” e também a chamada Estimulação Magnética Transcraniana “profunda” com eficácia e segurança.
No curso será apresentado o conteúdo teórico para Neurologia e Psiquiatria.
O curso contará também com workshop prático com o aparelho de Estimulação Magnética Transcraniana no sábado, dia 11 de março de 2017, que acontecerá das 13h até 18h.

Palestrantes


Dr. Joaquim Brasil Neto

Dr. Moacyr Alexandro Rosa

Dr. Guilherme Abdo

Local

Rua Vergueiro, 1759 – Sala Vila Mariana
Paraíso, São Paulo – SP

Horário

Sexta-feira – 9:00h até 17:40h
Sábado – 9:00h até 12:00h

Vagas

18 vagas

Programação

Prof Dr. Moacyr A. Rosa

Conteúdo teórico

Introdução
A estimulação Magnética e as Novas técnicas de estimulação cerebral
Bobinas superficiais e profundas
Semelhanças e diferenças
Novos paradigmas e sua utilização terapêutica
Teta burst, Priming, sincronização
Efeitos Biológicos da EMT
Neuronavegação
Perspectivas na prática clínica
Excitabilidade cortical
Limiar motor, período silente e pulsos pareados
Segurança
Riscos e contra-indicações

Conteúdo Prático

Sistema 10/20 de EEG
Método prático e fácil para marcação de pontos e localização de alvos terapêuticos
Obtenção de limiar motor
Uso da eletromiografia
Posicionamento das bobinas e diferentes combinações de parâmetros terapêuticos
Uso de software
Controle dos aparelhos de EMT

Prof Dr. Joaquim Pereira Brasil Neto

História da estimulação magnética transcraniana
Experiência de uma testemunha ocular
Parte I
Início das pesquisas no National Institutes of Health
Parte II
Contribuições da EMT aos avanços da Década do Cérebro (anos 90)
Parte III
A descoberta das possibilidades terapêuticas em Psiquiatria e Neurologia e estado atual das pesquisas
Aplicações e protocolos em Neurologia segundo último Guidelines
Aplicação na Dor Crônica e Acidente Vascular Cerebral

Dr. Guilherme Lozi Abdo –  Sábado das 13:00h às 17:40h

Workshop terapêutico
Treinamento com a máquina Neuso-MS/D
Treino para cálculo de limiar motor com bobina em figura de oito angulada e bobina duplo cone.

Para mais Informações ligue para Tricia:
(11) 2592-2029 icon_whatsapp(11) 99602-7169 (11) 96849-7169 ou pelo site Casa da Psiquiatria!

Friday, February 3, 2017

A ansiedade pode virar uma ameaça constante e paralisante. É hora de pedir ajuda


A ansiedade pode virar uma ameaça!


“A ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.”

A definição da escritora e roteirista Adriana Falcão, no livro Mania de Exolicação vai no ponto. Ansiedade é a preocupação com o que está por vir, o frio na barriga e o receio diante de situações percebidas como ameaçadoras.

“Ela aciona a produção de hormônios que nos suprem de energia física e mental para enfrentar uma apresentação no trabalho, uma competição esportiva ou uma situação de risco (como um incêndio em casa), da qual precisamos fugir”, explica o psiquiatra Ricardo Torresan, colaborador do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu (SP).

Logo, diferentemente do que se imagina, a ansiedade é benéfica. “A natureza nos dotou desse mecanismo para aumentar as chances de sobrevivência em um ambiente hostil”, diz o psicólogo Armando Ribeiro, de São Paulo, especialista no assunto.

“Usamos o lado bom da ansiedade quando vemos as dificuldades como desafios e canalizamos uma força extra – pensamento mais ágil, músculos mobilizados – para sair da acomodação e perseguir os objetivos”, afirma Ribeiro.

Em vez de feras e tragédias, a ameaça mais comum hoje pode ser a demissão; portanto, é normal ficar apreensiva diante dessa possibilidade. Vira um problema se a ansiedade se torna uma presença constante e atrapalha o desenrolar da rotina.

“É como um alarme de carro que dispara toda hora sem que alguém tente arrombá-lo”, compara o psicólogo. “O dispositivo quebrado dá sinais de perigo mesmo quando não há risco algum.” No ansioso, as preocupações dominam o pensamento, o que resulta em medo – e ele consome tanta energia que é impossível sair da inércia e realizar o que precisa ser feito.

Não dorme bem, não come nem produz direito. A autoestima cai, aumentam a angústia e a frustração, a resistência é derrubada e fica mais susceptível a infecções, distúrbios cardiovasculares e depressão. Ele não está sozinho. Um dado anunciado em janeiro pela Organização Mundial da Saúde alerta que 33% da população do planeta sofre de ansiedade.

As várias faces

“Diversos transtornos têm a ansiedade como denominador comum, embora ela se manifeste de formas distintas”, diz a psiquiatra Andrea Mazzoleni, da Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
Na fobia social, o medo da avaliação alheia é tão grande que a pessoa nem consegue ir a um restaurante. Nas fobias específicas, estar diante do objeto temido (avião, aranha, lugar fechado) desencadeia a crise. A síndrome do pânico caracteriza-se por episódios súbitos de aflição com sintomas intensos que levam o paciente a crer que está infartando ou à beira da morte.

Depois de assaltos, sequestros e guerras, a lembrança recorrente – estresse pós-traumatico faz a ansiedade se misturar à reação de sobressalto. Já no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), pensamentos trágicos e insistentes geram temor intenso. Para aliviá-lo, a pessoa cria rituais, como se eles pudessem sanar o problema. Exemplos: com medo de doença, ela gasta um sabonete por banho. Ou checa incessantemente se as portas e janelas estão bem trancadas antes de sair de casa – a ponto de perder compromissos.

No transtorno de ansiedade generalizada, qualquer expectativa e preocupação viram fonte de grande sofrimento.

O que faz a ansiedade chegar a níveis máximos é um conjunto de fatores físicos (genéticos, hormonais) e ambientais (muitas demandas para resolver, excesso de informação e convivência com ansiosos que veem perigo em tudo). Ela atinge mais a mulher – para cada homem, há duas ou três, o que leva à suspeita de que hormônios femininos tenham peso em sua incidência. Junte-se a isso a cobrança.

“A mulher é mais vulnerável por ter que dar conta da casa e do trabalho”, afirma Mazzoleni.
A sociedade competitiva, que exige 24 horas de conectividade, põe mais carga em todos. Quem não se desliga do trabalho e não dorme direito por causa dele é supervalorizado.

O custo é alto: “Os ultrarresponsáveis e comprometidos demoram a perceber que gastam energia além do necessário; acostumam-se a viver sob tensão”, alerta o psiquiatra Felipe Corchs, professor colaborador do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Como se não bastasse, crescem as evidências de que a ansiedade crônica muda a percepção da realidade.

Um estudo do Instituto Weizmann de Ciências, de Israel, publicado em março na revista americana Current Biology, mostrou que pessoas diagnosticadas com esses transtornos têm dificuldade de distinguir estímulos seguros e neutros dos ameaçadores.

Os pesquisadores relacionaram isso a mudanças na química cerebral, em especial à habilidade de estabelecer conexões entre os neurônios, o que afeta a capacidade de entender a realidade de forma objetiva. Concluíram que o ansioso tende a generalizar as experiências emocionais, enxergando-as sempre pelo lado catastrófico.

Treinamento do foco

Com base no achado, criou-se um método para treinar o cérebro a ignorar o estímulo ameaçador e focar em outro mais leve ou neutro. “Ele tem sido aplicado em fobias específicas em crianças e TOC em adultos, com bons resultados”, diz Torresan.

Por enquanto, tem indicação apenas para quem não responde ao tratamento convencional. Mas, ele acredita, se o sucesso for confirmado, abre a possibilidade de atendimento online e de criação de aplicativos auxiliares.

Cientistas da Universidade de Nova York já testam um game que promete reduzir a ansiedade se jogado por 25 minutos diários. Tirar férias, receber massagem e praticar exercícios traz melhora, admite Corchs: “Mas, se houver um transtorno, o alívio é só temporário”.

Afinal, como alerta Ribeiro: “Não se conserta vazamento tirando água com balde; é preciso achar o cano furado”. O psicólogo destaca a importância de modificar pensamentos que levam às crises. O ansioso tem a percepção de que tudo é urgente, os problemas ultrapassam sua capacidade e repete: “Não consigo, vai dar errado, está tudo perdido”.
Ribeiro afirma: “Esses pensamentos automáticos, repetidos como mantras, pilham a mente, minam a autoconfiança e trazem sensação de derrota”.

A psicoterapia cognitiva comportamental ajuda a tomar ciência dos pensamentos distorcidos e se libertar. “Ela tem se mostrado tão eficaz quanto medicamento e, em certos casos, superior, como nas fobias específicas”, afirma Torresan.

“Os melhores resultados, porém, são obtidos ao associar psicoterapia a medicação.”
Outro benefício da psicoterapia é ajudar a rever as próprias escolhas. “As pessoas não percebem que desrespeitam seus limites”, relata Mazzoleni. “Programam 50 tarefas para o dia e querem ter disposição de realizar todas dormindo só quatro horas.” Quando o quadro é grave e a pessoa fica agressiva, os medicamentos são indispensáveis.

“Porque, nesse ponto, o terapeuta não consegue uma abertura para trabalhar”, explica Ribeiro. Os indicados são os antidepressivos (fluoxetina, paroxetina, tetralina, escitalopram e citalopram), que aumentam a serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar.

Os resultados podem demorar 12 semanas a aparecer. Em certos casos, são prescritos benzodiazepínicos, os calmantes tarja preta, para alívio da insônia. Meios para se livrar do tormento existem. Cabe ao ansioso deixar de bancar o forte, de dizer: “Eu aguento”. E pedir ajuda.

Saiba mais sobre tratamento da Ansiedade no site IPAN!

claudia.com.br

Thursday, February 2, 2017

Arrumação do Cérebro




 
Arrumação do cérebro

A medicina descobriu duas inestimáveis aplicações da Estimulação Magnética Transcraniana (EMT): alivio para dores crônicas e controle de doenças psíquicas.

ipan tratamento estimulacao magnetica (emt)
Cânceres, acidentes cardiovasculares, infecções e AIDS são algumas das patologias que matam no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O que elas têm em comum é a presença de dor, o que compromete a qualidade de vida dos pacientes.

A dor crônica está relacionada a padrões cerebrais. Ainda que a medicina não consiga debelar a doença em si, pode proporcionar alívio ao sofrimento. Isso é possível graças à plasticidade de cérebro, ou seja à capacidade de a rede neural se remodelar. Existe uma tecnologia que facilita esse rearranjo: a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT).

Saiba mais sobre EMT!
 
“O equipamento gera um campo magnética localizado em regiões estratégicas, que leva ao fenômeno conhecido como plasticidade cerebral. Nele, a rede de neurônios passa a funcionar de forma mais integrada e eficiente, justamente o oposto do que a doença fazem com  o cérebro”, explica o médico psiquiatra Roberto Borges, da Clínica Pacífico.
A boa nova é que a EMT vem sendo usado também com sucesso no controle de males psíquicos, tais como depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia. “Esses pacientes podem e devem realizar o tratamento. Há, inclusive, uma resolução do Conselho Federal de Medicina ( CFM) nesse sentido (res. Nº 1986/2012).”

Tempo de tratamento

O tempo médio de submissão ao tratamento varia de dez a vinte sessões, à depender da resposta clínica do paciente. As sessões durem 30 minutos e devem ser realizadas diariamente, exceto aos fins de semana.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais são mínimos e atingem apenas uma pequena parcela dos pacientes. Os mais comuns são: dor de cabeça, dor no local de aplicação do tratamento tontura, náuseas e desconforto auditivo. São desconfortos passageiros, segundo o especialista.

Idade recomendada

O tratamento vem sendo ministrado com sucesso em adultos e adolescentes. Quanto às crianças, ainda faltam estudos sobre impacto no desenvolvimento cerebral. Por enquanto, é prescrito apenas para crianças com paralisia cerebral.

Tratamentos concomitantes

A EMT é muito indicada para pacientes com depressão refratária, ou seja, aqueles que não reagem à abordagem medicamentos nem à psicoterapia. Mas pode ser usado de forma suplementar, sem excluir outros medicamentos.

Palavra de especialista

Todos podem se submeter ao tratamento?

Além da indicação precisa, é importante que o paciente não apresente as seguintes condições: implante coclear, histórico de convulsão, epilepsia, clipe metálico no cérebro, gravidez e tendência a desmaios.

De que maneira a EMT auxilia na contenção de dor?

Diversos estudos relataram efeitos analgésicos em quadros de dor crônica. Seu mecanismo subjacente permanece desconhecido. A suposição é que a ação da EMT no córtex produza efeitos locais que servem para normalizar a atividade neurotransmissora no circuito da dor. Alguns autores correlacionam a melhora da dor com a alteração de algumas medidas de excitabilidade do córtex cerebral, envolvendo possivelmente neurotransmissores gabaérgicos e glutamatérgicos.

Quais são as vantagens dessa abordagem em relação às outras disponíveis?

É uma técnica segura e não  invasiva. A principal vantagens é o baixo perfil de efeitos colaterais e a possibilidade de oferecer mais uma opção terapêutica, principalmente para aqueles pacientes que, por conta dos efeitos colaterais, rejeitam os medicamentos indicados ou não obtém resposta satisfatória.
Portanto, a EMT é um importante item no arsenal terapêutico da chamada neuromodulação.

Guilherme Lozi Abdo é médico psiquiatra do IPAN!

Agradecimento, Nasser Allan, neurologista e pHD em neurociências.
Correio Braziliense, Brasília, domingo 1º de Janeiro de 2017. Thiago Fagundes

Thursday, January 26, 2017

Estimulação Magnética

Quais as vantagens da Estimulação Magnética? Para quem é indicado o tratamento? Quais os efeitos colaterais? Crianças e adolescentes podem fazer?

Dr. Guilherme Abdo, psiquiatra do IPAN, responde essas e outras questões na matéria do Jornal Correio Braziliense de Janeiro.
Confira: http://bit.ly/2jObs1q

Monday, December 5, 2016

Princípios e Práticas do uso da Neuromodulação Não Invasiva em Psiquiatria

Mecanismo de Ação da Estimulação Magnética

Mecanismo de Ação da Estimulação Magnética

Princípios e Práticas do uso da Neuromodulação Não Invasiva em Psiquiatria. Mecanismo de Ação da Estimulação Magnética Transcraniana.

Dr. Moacyr e Dra. Marina são autores do capítulo sobre o mecanismo de ação da estimulação magnética do mais recente livro sobre neuromodulação.

Nos últimos anos, o uso da neuromodulação não invasiva em psiquiatria apresentou um aumento exponencial, passando esta técnica de tratamento alternativo ou complementar a modalidade de destaque na área. Este livro reflete os avanços na área e a aplicação da técnica no Brasil. Autor: Andre Russowsky Brunoni

Conheça o livro: Editora Artmed!

Saiba mais sobre estimulação magnética!